quinta-feira, março 23, 2006

Workshop de Jazz na Craveira - Aljezur

Faltam já poucos dias para essa árdua tarefa, 10 dias a soprar! Pois é, confirma-se a data, de 5 a 15 de Abril e confirma-se a minha provável participação, em trombone, só havia até há uns dias 2 inscrições de alemães (uma repetente e um estreante) e assim é provável que eu tente se o 3º elemento. Infelizmente desta vez não virá nenhum prof. de trombone mas havemos de nos safar, artista que é artista, desenrasca-se! (não quer dizer que eu seja artista mas também não deixo de ser, serei fracote mas tenho as minha capacidades e sempre gostei de caminhar na red line).
Os dois eventos mais mediáticos da workshop serão os concertos, o primeiro, na sede da antiga casa do povo, talvez dia 8 ou 9 só com os professores e o 2º no final, na Adega da Craveira, com todos os alunos, mas quando souber das datas e horários definitivos logo informarei.

Mundos Submersos 1

Existem mundos submersos, onde a dita paz é lei,
e, tal como nos emersos, tem sempre que haver um rei,
depois há os subalternos e os autênticos coitados,
há enviados prós infernos e há os simples renegados...
E quando surge a guerra, entre irmãos tão solidários,
sente-se a força da terra, lutam mais que proletários,
não é guerra que lhe chamam, seria duro demais,
por vezes nem reclamam, mas metem umas trombas tais...
(desculpem-me os eventuais leitores destas rimas, a sua interpretação requer uma contextualização que não vai se efectuada ainda mas sim num próximo capítulo)

segunda-feira, março 20, 2006

Canoagem na ribeira de Aljezur

Pois é meus amigos, vai ser já no próximo sábado, por volta das 10:00 que se vai fazer uma descida de canoa entre Aljezur e a praia da Amoreira. Se as condições climatéricas se mantiverem vai ser uma viagem rápida mas por outro lado até se poderia começar mais a montante, ou seja na ribeira das Alfambras ou da Cerca. Os preços são em conta :10/15€ respectivamente Assiciado/não Associado da tertúlia, o prazo limite para as inscrições agora não tenho bem presente mas em breve acrescentarei essa informação e outras igualmente relevantes.

Índia, encantadora Índia...

Á pois é, vós que não fosteis, nem sabeis o que perdesteis. Uma viagem muito mais do que virtual foi aquela em que "embarcaram" todos os participantes da Noite Indiana, no passado sábado (18). Não vou fazer aqui uma descrição extensiva do evento nem vou transcrever as receitas das delícias ingeridas mas não posso deixar de manifestar a minha profunda satisfação e a convicção de que este foi apenas o primeiro jantar "estrangeiro" de uma série de outros que se farão no futuro. Sempre me agradou provar diferentes petiscos e se antes do repasto houver uma conversa sobre a sua origem geográfica intercalada com música da mesma origem, o sabor fica como que mais apurado. Não levei logo a máquina fotográfica que tinha na viatura e quando me lembrei não entendi que fosse conveniente, no entanto acabei por fotografar o instrumento (Órgão) de modelo que eu ainda não conhecia.

quinta-feira, março 16, 2006

Passeios pedestres

Pois é, lá fiz um copy-paste da informação presente no sítio da UAlg sobre os passeios. Não sei se tentarei entrar neste mas acho que será interessante, de qualquer forma, se há sítio onde tenho passeado é aquele, é de facto uma zona muito agradável embora tenhamos (Aljezur) outras mais selvagens mas que talvez nem interesse divulgar neste tipo de eventos, pois a sua sensibilidade é muito elevada.
Na zona prevista para este passeio acho deprimente o estado de conservação em que se encontram alguns troços, pois baseia-se no princípio de ABANDONAR para proteger, o que implica uma alteração muito mais abrupta dos habitats do que se tivessem sido consideradas as actividades humanas aí desenvolvidas desde há séculos. Por exemplo, há quase uma década foi feita uma regularização de um pequeno troço do leito da Ribeira, logo surgiram alguns "ecologistas" a defender que não se podia meter máquinas dentro do leito da ribeira para arrancar as árvores que lá se encontravam e chegou a ser feita uma reportagem em que um desses indivíduos fazia duras críticas à tal limpeza, o curioso é que as imagens que documentava a crítica foram recolhidas num troço completamente diferente, onde a limpeza tinha sido responsabilidade de outra entidade (mais central), tendo aí sim sido completamente alterado o traçado. Curioso com o facto e porque sabia do que o senhor falava mas estava a ver outra coisa lá fui eu ver a "devastação" com os meus próprios olhos. Obrigado senhor!! se não fossem as incorrecções que o senhor disse, talvez eu nunca tivesse visto uma Lutra lutra ao vivo, mas vi! ao chegar próximo da margem "nua" lá andava o bicharoco, em nome do qual tinham sido feitas quase todas as críticas. Será que ela se foi despedir da sua antiga casa ou estava a comemorar o facto de finalmente a ribeira voltar a ter água, o facto de não ter de furar entre o silvado para ver o sol? O que sei é que parei o automóvel e comtemplei o bicharoco por uns minutos, ela também olhou para mim e seguiu tranquilamente.
Viva a natureza e todos os seus bichos, mesmo aqueles que nem animais se consideram!

quarta-feira, março 15, 2006

Noite Indiana em Aljezur

Noite Indiana

No Sábado, dia 18 de Março as 20.00 horas: Noite Indiana na Escola Barranco da Vaca com o seguinte programa:
A Pintora Luísa Calazans contará da sua viagem pela India.
O Holandês Ries Broos interpretará com a sua flauta música indiana acompanhado por Karl-Heinz Bieler (piano) e Uwe Zelinsky violoncello).
Segue um Jantar Volante à la Indiana confeccionado por Prof. Aurobindo da Gama Xavier, Lisboa, oriundo de Goa.
Sócios: 10EUR, Não sócios: 15EUR Marcações até o dia 15 de Março Telefone Tel. 282998532, Fax -8214

Multidão de associados e altas individualidades no dia da inauguração da Escola do Barranco da Vaca como espaço da Tertúlia


Sala de Aulas

Pois é, mesmo sem companhia lá irei, pois sou amigo de reclamar que nunca se faz nada diferente e não gosto de ser apanhado em incoerência mas essa não é a razão, é que a comida indiana é mesmo boa e tudo o resto me parece igualmente bastante aliciante.

Depois logo conto como foi...


sexta-feira, março 10, 2006

Primavera


O verão é logo a seguir e entretanto será que vai chover? Mesmo que venham uns aguaceiros sabemos que não vão repor a água nos aquíferos, nem mesmo no solo, ou seja, vem aí mais um verão de trabalho para quem quer que sinta alguma relação com o mundo rural.
e tu, não sentes? Devias sentir pois mesmo que habites na mais urbana cidade devias ter a noção do quão desertificado está o mundo rural e da feal necessidade de operacionais nos corpos de bombeiros, ou acreditas que o problema dos incêndios se resolve com meia dúzia de passarinhos e uns magotes de Gênêrrês de intervenção?

Monte Clérigo ao entardecer, pra uns um desgosto, pra outros um prazer



Pois é, sexta-feira, 19:04 e eu aqui (nas Gambelas) quando já deveria estar ali! Porque será que a sabedoria (ignorância) popular tem tanta força, poruqe é que os santos da casa não fazem milagres?

Não espero uma resposta directa e clara, apenas apelo a quem quer que leia isto que reficta por um momento no provérbio, talvez ajude alguém a mudar de atitude. Tal como devemos ser tolerantes com os cidadãos de outras culturas talvez possamos começar a ser também tolerantres com os da nossa, pois afinal não somos assim tão iguais como por vezes nos querem fazer parecer.

Nado Assassino!

Será verdade? será que quando nasci já carregava comigo o peso de um assassínio?
Acredito! Tudo isto vem a propósito do que vi num documentário na RTP na passada sexta-feira, segundo especialistas entre cada 100 gravidezes concluídas em 80 há em determinada altura 2 gémeos mas apenas 8 nascem assim, ou seja os outros 72 simplesmente desaparecem. as razões podem ser várias mas os números não mentem! Como num par de gémeos o mais provável é que um deles saia canhoto e eu sou canhoto, (segundo especialistas) eu serei o outro...

quinta-feira, março 09, 2006

JAZZ'ABRIR

Pois é, mas se não tivesse sido o descaramento que o Animal teve neste 3º dia do JAZZ'ABRIR para ir pra cima do palco tocar na JamSession
final, não teria surgido o convite. Não pense quem ler isto que o meu génio musical se manifestou nesse dia, apenas dei o passo... A "coisa" foi registada e as intervenções do Trombone são horríveis, se calhar foi por isso, para impedir que outros viessem a sofrer com tal desafinação, que me convidaram depois para o Workshop.

JAZZ em Aljezur

Olá a quem quer que seja, talvez a ninguém... No próximo mês de Abril, de 5 a 15, vai decorrer em Aljezur uma Workshop de Jazz para BigBand e Combo. Não sei se conseguirei participar mas mesmo que não consiga recomendo a toda a gente que tente assistir ao concerto final, dia 15 em local a anunciar. Esta workshop será apenas mais uma das que têm decorrido na Adega da Craveira, no entanto desta vez é na Primavera (as outras foram no Outono).
Na última, em Outubro de 2004, fui convidado a meter a boca no Trombone, pois havia poucas inscrições para esse instrumento. Foram imensas as dificuldades sentidas: o pessoal fala Alemão e eu não entendo muito bem mas com o Inglês vai-se lá; o Jazz obedece a toda uma filisofia diferente da música de Banda Filarmónica a que estou habituado, a pronúncia é outra; como se não bastasse a própria "língua" também não era a mesma, ou seja, as pautas estavam em clave de Fá na 4ª linha e eu só tinha aprendido a ler em clave de Sol; claro que Fá e Sol também são termos que não facilitam nada, pois nas alemanhas a malta está mais habituada ao C, D, E, F, G, A, B ou ...,H, B. Com todos estes handicaps pareceu-me evidente que me tinha que aplicar a fundo ou então passaria grande vergonha. Não soube gerir com clarevidência a minha agenda para esses dias e dediquei-me 100% à coisa: saía do Ensaio Geral perto da meia noite e ia para casa treinar sozinho até me deitar para no outro dia às 8:30 estar no ensaio da secção dos trombones, saía do ensaio da secção antes de almoço e mal almoçava ia ensaiar um bocado mais até ao jantar (cedo) para ir ao tutti, por volta das 19:30. E assim foram vividos aqueles dias, com dor e sofrimento causado a mim e não só mas desta vez tudo será diferente...