quinta-feira, março 23, 2006
Workshop de Jazz na Craveira - Aljezur
Os dois eventos mais mediáticos da workshop serão os concertos, o primeiro, na sede da antiga casa do povo, talvez dia 8 ou 9 só com os professores e o 2º no final, na Adega da Craveira, com todos os alunos, mas quando souber das datas e horários definitivos logo informarei.
Mundos Submersos 1
segunda-feira, março 20, 2006
Canoagem na ribeira de Aljezur
Índia, encantadora Índia...

quinta-feira, março 16, 2006
Passeios pedestres
Na zona prevista para este passeio acho deprimente o estado de conservação em que se encontram alguns troços, pois baseia-se no princípio de ABANDONAR para proteger, o que implica uma alteração muito mais abrupta dos habitats do que se tivessem sido consideradas as actividades humanas aí desenvolvidas desde há séculos. Por exemplo, há quase uma década foi feita uma regularização de um pequeno troço do leito da Ribeira, logo surgiram alguns "ecologistas" a defender que não se podia meter máquinas dentro do leito da ribeira para arrancar as árvores que lá se encontravam e chegou a ser feita uma reportagem em que um desses indivíduos fazia duras críticas à tal limpeza, o curioso é que as imagens que documentava a crítica foram recolhidas num troço completamente diferente, onde a limpeza tinha sido responsabilidade de outra entidade (mais central), tendo aí sim sido completamente alterado o traçado. Curioso com o facto e porque sabia do que o senhor falava mas estava a ver outra coisa lá fui eu ver a "devastação" com os meus próprios olhos. Obrigado senhor!! se não fossem as incorrecções que o senhor disse, talvez eu nunca tivesse visto uma Lutra lutra ao vivo, mas vi! ao chegar próximo da margem "nua" lá andava o bicharoco, em nome do qual tinham sido feitas quase todas as críticas. Será que ela se foi despedir da sua antiga casa ou estava a comemorar o facto de finalmente a ribeira voltar a ter água, o facto de não ter de furar entre o silvado para ver o sol? O que sei é que parei o automóvel e comtemplei o bicharoco por uns minutos, ela também olhou para mim e seguiu tranquilamente.
Viva a natureza e todos os seus bichos, mesmo aqueles que nem animais se consideram!
quarta-feira, março 15, 2006
Noite Indiana em Aljezur
No Sábado, dia 18 de Março as 20.00 horas: Noite Indiana na Escola Barranco da Vaca com o seguinte programa:
A Pintora Luísa Calazans contará da sua viagem pela India.
O Holandês Ries Broos interpretará com a sua flauta música indiana acompanhado por Karl-Heinz Bieler (piano) e Uwe Zelinsky violoncello).
Segue um Jantar Volante à la Indiana confeccionado por Prof. Aurobindo da Gama Xavier, Lisboa, oriundo de Goa.
Sócios: 10EUR, Não sócios: 15EUR Marcações até o dia 15 de Março Telefone Tel. 282998532, Fax -8214
Multidão de associados e altas individualidades no dia da inauguração da Escola do Barranco da Vaca como espaço da Tertúlia
Sala de AulasPois é, mesmo sem companhia lá irei, pois sou amigo de reclamar que nunca se faz nada diferente e não gosto de ser apanhado em incoerência mas essa não é a razão, é que a comida indiana é mesmo boa e tudo o resto me parece igualmente bastante aliciante.
Depois logo conto como foi...
sexta-feira, março 10, 2006
Primavera

O verão é logo a seguir e entretanto será que vai chover? Mesmo que venham uns aguaceiros sabemos que não vão repor a água nos aquíferos, nem mesmo no solo, ou seja, vem aí mais um verão de trabalho para quem quer que sinta alguma relação com o mundo rural.
e tu, não sentes? Devias sentir pois mesmo que habites na mais urbana cidade devias ter a noção do quão desertificado está o mundo rural e da feal necessidade de operacionais nos corpos de bombeiros, ou acreditas que o problema dos incêndios se resolve com meia dúzia de passarinhos e uns magotes de Gênêrrês de intervenção?
Monte Clérigo ao entardecer, pra uns um desgosto, pra outros um prazer

Pois é, sexta-feira, 19:04 e eu aqui (nas Gambelas) quando já deveria estar ali! Porque será que a sabedoria (ignorância) popular tem tanta força, poruqe é que os santos da casa não fazem milagres?
Não espero uma resposta directa e clara, apenas apelo a quem quer que leia isto que reficta por um momento no provérbio, talvez ajude alguém a mudar de atitude. Tal como devemos ser tolerantes com os cidadãos de outras culturas talvez possamos começar a ser também tolerantres com os da nossa, pois afinal não somos assim tão iguais como por vezes nos querem fazer parecer.
Nado Assassino!
Acredito! Tudo isto vem a propósito do que vi num documentário na RTP na passada sexta-feira, segundo especialistas entre cada 100 gravidezes concluídas em 80 há em determinada altura 2 gémeos mas apenas 8 nascem assim, ou seja os outros 72 simplesmente desaparecem. as razões podem ser várias mas os números não mentem! Como num par de gémeos o mais provável é que um deles saia canhoto e eu sou canhoto, (segundo especialistas) eu serei o outro...
quinta-feira, março 09, 2006
JAZZ'ABRIR
Pois é, mas se não tivesse sido o descaramento que o Animal teve neste 3º dia do JAZZ'ABRIR para ir pra cima do palco tocar na JamSessionfinal, não teria surgido o convite. Não pense quem ler isto que o meu génio musical se manifestou nesse dia, apenas dei o passo... A "coisa" foi registada e as intervenções do Trombone são horríveis, se calhar foi por isso, para impedir que outros viessem a sofrer com tal desafinação, que me convidaram depois para o Workshop.
JAZZ em Aljezur
Na última, em Outubro de 2004, fui convidado a meter a boca no Trombone, pois havia poucas inscrições para esse instrumento. Foram imensas as dificuldades sentidas: o pessoal fala Alemão e eu não entendo muito bem mas com o Inglês vai-se lá; o Jazz obedece a toda uma filisofia diferente da música de Banda Filarmónica a que estou habituado, a pronúncia é outra; como se não bastasse a própria "língua" também não era a mesma, ou seja, as pautas estavam em clave de Fá na 4ª linha e eu só tinha aprendido a ler em clave de Sol; claro que Fá e Sol também são termos que não facilitam nada, pois nas alemanhas a malta está mais habituada ao C, D, E, F, G, A, B ou ...,H, B. Com todos estes handicaps pareceu-me evidente que me tinha que aplicar a fundo ou então passaria grande vergonha. Não soube gerir com clarevidência a minha agenda para esses dias e dediquei-me 100% à coisa: saía do Ensaio Geral perto da meia noite e ia para casa treinar sozinho até me deitar para no outro dia às 8:30 estar no ensaio da secção dos trombones, saía do ensaio da secção antes de almoço e mal almoçava ia ensaiar um bocado mais até ao jantar (cedo) para ir ao tutti, por volta das 19:30. E assim foram vividos aqueles dias, com dor e sofrimento causado a mim e não só mas desta vez tudo será diferente...